domingo, 29 de janeiro de 2012

Learning with an example

Some days ago I saw a high level manager open your mind and show he isn't this devil who someone use to say. He's a Manager with responsabilitie and need to make the company give resultes. I was industrial manager and I know how is strong our necessity to put all colaborates in the organization way. Because his experience, because his authorotie he need to be a leader and get from his team the best of which one. I would like to have had the possibilitie to show him my presentation but I have still problem to understand his english. I'm improving my english and I could change knowledge with him soon.
Congratulations for your leader skill. I'm learning with you. I have big experience but we are learning all the time.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Poesia

Busca da verdadeira vida

Paz, harmonia
Poder olhar para dentro de mim
Ter tempo de sentir a vida
Não ter desta vida atual sua agonia
Não correr num caminho sem fim
Nem ter tempo de curtir a conquista conseguida.

Nem mais olho a natureza ao meu lado pulsando
Vivo absorvido pelos problemas
Meu pensamento sempre tomado, sem relaxamento
Como faz falta parar, apenas o silêncio eu escutando
Sem preocupações, sem dilemas
Apenas a vida como meu testamento.

Poder estar ao lado de quem amamos
Olhar e escutar o pulsar da natureza
A ela pertencer
Hoje só pelo dinheiro, pela sobrevivência clamamos
Nem sentimos mais do espiritual a sutileza
Que nos guia para um melhor viver.

Quero poder parar e olhar o mar
Deixar de ser robô, voltar a ser um ser vivo
Compartilhar a vida do planeta, vivo, também me sentir
Mas o mundo atual não me deixa opção de voltar
A ser pela vida cativo
Cabe continuar a esse sonho perseguir.

Um dia deitar na praia, na areia
Ficar parado, só o barulho do mar escutando
Viver apenas escutando a natureza e o meu interior
Longe da vida que hoje me cerceia
Pela simples vida amando
Sem ser, como hoje, da sobrevivência eterno perseguidor.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Premiação

Premiação
Hoje todos trabalhamos com objetivos, os quais determinam metas a serem cumpridas. Esses objetivos começam pela alta direção, passam pela gerência, supervisão, etc., numa cascata. Servem para guiar os processos no mesmo caminho dos objetivos da organização.




ORGANIZAÇÃO (Alta Direção)





Desmembramento dos objetivos p/ a organização

Até aqui é normal, na maioria das empresas, todos serem cobrados pelo atingimento das metas dos seus objetivos, isto visualizado pelos indicadores de desempenho. Assim a organização percebe a eficácia do seu sistema e se todos estão no mesmo foco, indo para a mesma direção. Para que as metas sejam atendidas é que começam as diferenças entre as organizações. Algumas simplesmente cobram as metas já que, segundo elas, não é mais do que obrigação as metas serem atingidas. Outras oferecem prêmios ou dividem os lucros dependendo do quanto as metas foram atingidas. Qual está correto? Até que níveis da organização esses prêmios devem se estender? Quais os riscos? O colaborador vai só fazer pensando no prêmio e sem pensar no foco no cliente e na sustentabilidade da empresa? Algum vai questionar que está executando as tarefas para o outro lucrar, ganhar o prêmio enquanto ele só sua a camisa? Não podemos responder estas perguntas, pois percebemos isto tudo acontecer dependendo do ambiente da organização e da eficácia da comunicação dentro dos seus processos. Quando um gestor passa à sua equipe que existe uma meta na qual ele está sendo cobrado, precisa mostrar que prêmio é consequência e não o objetivo. Ele pode até ganhar o prêmio, contudo se não for resultado de um trabalho em equipe a organização será prejudicada. Por isso, independente do tipo de prêmio de cada um e, de cada nível que vai ou não receber prêmio, o foco deve ser a organização. Independente de prêmio ou não, se não forem alcançadas as metas, significa que os objetivos não foram atendidos e alguém como os clientes, os acionista, etc. (“Stakeholders”) não estarão satisfeitos. Isto compromete a organização e consequentemente a todos que dependem dela. Mudemos o foco de premiação para os resultados. Premiação será consequência e não objetivo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Que vergonha

Hoje escutei no Jornal da Manhã da Jovem Pan que os políticos estão discutindo um plano para melhorar a circulação viária. Ótimo, o problema é que isso envolve a absurda implantação de pedágios nas cidades, na circulação urbana. Todos nós sabemos que a solução para minimizar o trânsito é o reforço, a melhoria do meio de transporte coletivo. Vejam o exemplo do Metrô no qual uma única linha consegue eliminar vários automóveis circulando na rua. Ou seja, os governos não investem, é caro e querem que nós cidadãos paguemos para circular com nossos veículos. É mais fácil cobrar de nós do que gastar e trabalhar pelo transporte coletivo. Pior, não é contra a constituição que nos garante o livre trânsito, que podemos ir de um local ao outro sem impedimentos? Para quem tem dinheiro até pode exercer esse direito e aquele cidadão que tem o seu carrinho usado e o usa para ir trabalhar. Onde está o direito dele? Não seria o correto lhe fornecerem a possibilidade de pegar um ônibus, um Metrô. A ideia deve ser incentivar o uso do transporte coletivo e não coibir o uso do transporte particular. Tomem vergonha senhores políticos e trabalhem pelo transporte coletivo. Façam a vossa parte em vez de querer nos explorar mais ainda, país dos impostos...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A falsa aparência

Era já o finalzinho da Primavera. Os agentes estavam no seu carro a caminho da delegacia num longo e animado bate-papo. Lá fora algumas árvores ainda teimavam em deixar cair as últimas folhas. Eles tinham acabado de fazer um recadastramento num bairro próximo, estava na moda. Recadastravam-se mendigos, estrangeiros, ou seja, todos aqueles fora dos padrões considerados normais. De repente....
-Arnold, dá uma olhada ali na praça – disse o agente George.
-Um mendigo, o que é que tem?
-E o que nós mais estamos fazendo nos últimos dias, não é o tal do recadastramento dos diferentes? Vamos aproveitar e tirar um “sarrinho”desse aí, uái. - respondeu o agente George.
-Deixa ele para lá cara.- retrucou o agente Arnold.
-Aquele terreno ali pertence aquela casarona ali. Soube que foi um cara importante que comprou e de repente vai sobrar coisa boa para nós. Estamos protegendo a sua propriedade e ainda vamos recadastrar mais um inútil.-disse George.
Finalmente convencido o agente Arnold, eles param o carro e descem. O homem, com o cabelo despenteado, a roupa suja e com vários rasgos carregava um saco e ao ver os homens se aproximarem sentou-se num banco de concreto que havia ali, ao lado de um anão de jardim e de uma estátua, que jorrava água em forma de chafariz. Sentou-se tranqüilamente e esperou.
Os agentes Arnold e o truculento George desceram do carro e, com uma postura de dois valentes soldados indo para o “Front” de batalha, se aproximaram.
-Você aí - disse George – tem documentos? Tem lugar para morar?
O mendigo levantou a cabeça lentamente, os olhou e respondeu calmamente:
-Estou fazendo algo ilegal? É proibido sentar aqui?
-Quem pergunta aqui somos nós - responde rispidamente o agente George.
-Calma colega. Sem essa.... – completa o agente Arnold. Ele então pergunta:
-Senhor, tem alguma documentação? Sabe, é que nós estamos fazendo um recadastramento de pessoas desocupadas, estrangeiros, etc e gostaríamos de aproveitar e recadastrá-lo, ok?
O mendigo leva a mão ao bolso de trás da surrada calça e tira uma bonita carteira de couro o que já aguça os olhos dos dois agentes. Quando o mendigo a abre e retira a indentidade, mostra o pacote de dinheiro dentro. Aí então, é que os olhos dos agentes se arregalam. Nem eles tinham assim tanto dinheiro.
-Péra aí o cara, onde arrumou essa carteira cheia de dinheiro? – pergunta quase gritando o agente George.
-É minha caro agente, porquê? – pergunta o mendigo.
-Calma George, o que você faz na vida para conseguir uma carteira dessas e esse dinheiro? – pergunta o agente Arnold.
-Trabalho com aviação. – responde o mendigo.
-Você é ajudante de mecânico de avião, é? E ganha tudo isso? – pergunta sarcasticamente o agente George. – Acho melhor o levarmos para a delegacia.
-Não é melhor, checarem primeiro os meus documentos? Sim trabalho na aviação, mas como dono de uma empresa de táxi-aéreo e faço palestras pelo mundo inteiro relativas à área, sou especialista em motores a reação.
Então o agente George caiu na gargalhada e disse:
-Esse cara além de inútil para a sociedade é doido.
O agente Arnold se aproximou e pegou os documentos e para sua surpresa realmente aquele homem era o que dizia ser o que deixou o George com cara de “bundão”.
-Pode explicar isto tudo senhor? – pergunta Arnold.
-Sou engenheiro, apresento palestras técnicas pelo mundo inteiro, recebo em dólares e tenho uma empresa com vários aviões e percebo que vocês não ganham nem um terço do que eu ganho, mas têm a soberba maior do que tudo o que eu ganho.
-Desculpe senhor, mas pelas suas roupas....– tenta argumentar o agente Arnold.
-Caro agente, por você eu até entenderia, mas o seu amigo aí vê as pessoas pela aparência e aí, vocês denotam o que vocês realmente são, leões de chácara a serviço de políticos que não imaginam o que é a vida, que só pensam nos seus bolsos. Agora eu vou pedir que saiam daqui, ou têm algum mandato de busca?
-Olha você já está abusando da minha paciência. – responde George – você está em área pública e não é porque tem dinheiro que vai destratar uma autoridade.
-Pois fique sabendo que aqui eu sou a autoridade. Esta praça faz parte do terreno daquele casarão que eu acabei de comprar e eu estava aqui arrumando o jardim e preparando o material para amanhã os pedreiros construírem o muro que separa essa praça da rua em que vocês passavam. Sempre fui um homem de pôr a mão na massa e por isso estou nestas condições de mendigo como vocês disseram. Agora vou pedir para vocês saírem antes que me irrite e os processe por invasão. Porque não vão procurar os verdadeiros bandidos?
O não mais mendigo se levanta tranqüilamente, sorri para o agente Arnold e com sarro se despede do agente George e some no meio do jardim descuidado e precisando de uma reforma.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

USP

Estou revoltado com o que vem acontecendo na USP. Quantos alunos se esforçam estudando para vestibular visando entrar nessa conceituada universidade e um punhado de vagabundos maconheiros jogam no lixo isso. Primeiro, a universidade não é uma embaixada de um país estrangeiro onde a polícia ou a lei brasileira não podem ter acesso. A lei vale lá e a polícia tem o direito e dever de lá entrar e fazer cumprir a lei. Desde quando fumar maconha é liberdade de expressão, ou ajuda a formar um indivíduo para fazer o futuro do Brasil? Já fui estudante num país que começava a entrar numa guerra civil e várias vezes enfrentei a polícia levando cacetada, jato de água, etc. Mas eram por objetivos e ideais para um país melhor e não para defender o direito de fumar maconha e não ter polícia me vigiando para puder fazer o que quiser. A polícia deve prender essa corja que só quer fazer arruaça, que ainda pensa que é comunista, quando o comunismo nem existe mais, até em Cuba está saindo de moda. E são estes o futuro do Brasil, hippies ultrapassados, fumadores de maconha que ficam ocupando vagas que deveriam estar com quem realmente quer ser alguém e não têm condições de pagar uma universidade particular. De repente alguns desses vagabundos são até filhinhos de papai metidos a revolucionários. Che Guevara já foi um dos meus ídolos, mas é passado. O mundo evolui e esses caras querem estar numa universidade apenas para fumar maconha ou ir para o barzinho tomar chopp em vez de irem para a aula e aprenderem a ser alguém útil. Estou revoltado e torcendo para que paguem bem caro o descumprimento da lei.

sábado, 5 de novembro de 2011

Reuniões, úteis ou não?

Engraçado que, ao subirmos na carreia e hierarquia das organizações, começamos a cada vez mais participarmos de reuniões e reclamarmos por isso. Dizemos que hoje não fazemos mais nada do que participarmos de reuniões. Quando começei na carreira como ajudante de caldeireiro/soldador a preocupação era executar a tarefa. Depois fui crescendo até ser gerente industrial e percebi que realmente a reunião, dependendo do nível hierárquico e responsabilidades adquiridas, torna-se fundamental. O funcionário executante se foca na tarefa e nos níveis de decisão, aí sim, a reunião torna-se muito importante. Uma organização e, melhor, um Sistema de Gestão, são formados por um conjunto de processos interligados como fornecedores e clientes internos. Para tomada de decisões devem estar frente a frente e não usarem e-mail. Este é comodo, mas ineficaz. Você como cliente, se tiver que reclamar de um fornecedor, seja um processo interno, seja uma loja, um prestador de serviço na sua casa, o que é melhor? Enviar um e-mail ou estar cara a cara com o mesmo? Acertos e ações serão muito mais eficazes. Pertencendo a uma organização precisamos planejar e fazê-lo em equipe, afinal somos um sistema de gestão. Com a reunião conseguimos juntar os gestores dos processos, alinhar conhecimento e objetivos, estar frente a frente com nossos clientes e fornecedores internos. A recomendação é fazer reuniões objetivas de no máximo uma hora para definir ações e não para resolver problemas. A reunião deve ser para:
-Juntar os envolvidos;
-Alinhar o conhecimento do problema ou assunto;
-Definir responsabilidades e prazos;
-Planejar ações, objetivos e metas.
Não reclame de reuniões de mais, já que você agora faz parte da administração. Se não quer mais participar de reuniões, pode voltar a ser funcionário executante.