segunda-feira, 9 de abril de 2012
Seguir as regras
Em outros momentos já escrevi sobre hierarquia, se seguir as regras, disciplina, etc. Volto a tocar no assunto. O homem, desde que pré-histórico, precisou se organizar em tribos, depois evoluiu para sociedades sempre respeitando regras mínimas. Quando criança minhas mãos sentiram a palmatória da minha professora porque eu era o diabo, meu traseiro apanhou palmadas da minha mãe de tanto que eu aprontava. E castigos... Estou ainda vivo, sou enorme defensor do seguir as regras e leis, tive chance de me corromper, etc. e continuo ético. Sou um cidadão do bem. Não estou doente por isso, não sou psicopata, apenas aprendi a seguir regras, para depois seguir leis e ser um cidadão respeitador para ajudar a sociedade a ser organizada. Hoje o que vemos? Uma sociedade se deteriorando, a família, célula que estrutura essa sociedade, em frangalhos. Muito mais fácil ao primeiro problema o casal se separar do que crescer tentando resolver juntos o problema. Muito mais fácil levar a criança ao psicólogo do que o castigar pelo mal feito. Mais fácil atender as chantagens emocionais que uma criança usa como abrir o berreiro do que ser firme e forte no castigo. Mais fácil jogar a responsabilidade da educação para a escola. Não sou adepto de agressão, mas uma palmada na hora certa deveria ser um recurso. Um castigo de não pode brincar, etc. Aí vem os direitos humanos, aqueles mesmos que defendem o bandido, que querem punição ao policial que defendeu a sociedade, porque ele foi violento. Onde estão esses direitos humanos quando sofremos violência desses bandidos que já foram crianças sem regras e que não aprenderam a seguir a lei? Porque antigamente não existiam tantos assaltos, tantas mortes, tanta violência? Havia mais respeito e temor às regras, à lei. Hoje se criam leis que já se sabem que não vão funcionar. Todos aprendemos que seguir regras, respeitar a lei é ser quadrado, é ser idiota. O que não segue é livre, é esperto, ou seja, tudo deturpado. Vemos nas novelas os bandidos sempre terminarem bem no final, ricos e ainda zombando do resto da sociedade. Aí vem aqueles hipócritas dizendo que está-se mostrando a realidade. E quando mostraremos como mudar a realidade? Não gritemos com a criança...Não podemos dar uma palmada, vamos presos, a criança pode ficar com problemas psicológicos. Conversa para boi dormir. A criança aprende a ser chantagista, a conseguir tudo o que quer independente do que precisa fazer, não conhece limites, não aprende que regras existem e precisam ser respeitadas. Se torna um adulto sem escrúpulos que queima mendigos na rua, que, se for filhinho de papai e sempre teve tudo, quer mais e mais independente do que precisar fazer para isso. Será que não entendem que devemos seguir o que está escrito seja na lei, seja na cultura da sociedade, seja na Bíblia, no Alcorão na Torá? Por isso eu gosto e atuo na área da qualidade onde podemos aplicar o conceito de seguirmos as regras e cobrar dos outros isto. Não é porque seguimos as regras, as leis, que deixamos da aplicar a criatividade humana, o ser flexível diante dos problemas. Mas não podemos, em nome da flexibilidade, do criar, da liberdade, fazer o que queremos ou não sendo éticos. Até os animais têm regras e as seguem para sobreviver. Será que a nossa sociedade vai sobreviver deste jeito? Precisamos passar por cima das regras construídas durante tantos anos e por tantas experiências para conseguirmos o que queremos? O que estamos ensinando para as futuras gerações? A liberdade é mais importante que tudo, mesmo que ela nos leve a suprimir a liberdade dos outros?
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domingo, 1 de abril de 2012
Felicidade sempre?
Quando estamos felizes nos perguntamos até quando vai durar. Sempre aprendemos que é nos momentos de tristeza e no sofrimento que evoluimos, que crescemos. Parece que ser feliz é errado, é contra a natureza humana, que estamos nesta passagem de vida para pagarmos o que fizemos de errado e, por isso, devemos aprender com o sofrimento. Sempre escutamos que a vida é como uma onda, de picos de felicidade e vales de tristeza. Que após a tempestado vem a bonança. Estou feliz, aprendi a ver no outro um espirito divino como eu, um outro que está neste mundo evoluindo e que merece ser feliz a cada segundo como eu. Não quero ser preconceituoso ou odiar aquele que está errado, que não está evoluindo. Devo rezar por ele, torcer que encontre o seu caminho de evolução sem tanta dor e sofriento. Estou feliz e não quero esquecer os momentos de tristeza que passei, onde realmente aprendi, mas quero nesta feilicidade continuar evoluindo. Sim, feliz também podemos evoluir e uma maneira é como esta, passando a felicidade por boas palavras, por incentivo, mostrando aos meus e amigos que também podem ser felizes, é isso que eu desejo a todos. Sejam felizes e passem essa felicidade aos outros, amem o outro como eu vos amei, palavras do mais sábio espírito que esteve neste nosso mundo. Não pensem que se mostrarem felicidade os outros terão invejam e torcerão pela vossa desgraça. Eu tenho proteção e a minha felicidade é forte e tenho os meus espiritos de luz me protegendo. Já sofri uma guerra, desemprego, perda de pessoas próximas, perda do meu país com apenas 13 anos, agora quero ser feliz e desejar que todos vocês também o sejam. Espírito positivo atrai espíritos positivos, do bem, o mal não terá vez. E se acontecer algo, uma doença, desemprego, etc., meu Deus e os espíritos de luz me ajudarão como sempre fizeram. Felicidades, prosperidade e saúde a todos.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Escriba
Já fui chamado de escriba, de Carlos Drumond, porque gosto de escrever. Como se faz o conhecimento? Obtemos informações a todo o momento e com a nossa experiência, vivência, etc. adicionamos a essas informações a nossa visão e entendimento. Transformamos informação em conhecimento. E o que fazer com esse nosso conhecimento? Devemos passar adiante para que os outros, com a sua visão, transformem o nosso conhecimento num novo conhecimento. Isto torna o ser humano maior. O que nos diferencia dos outros seres vivos é isto, poder aprender, transformar e ensinar. Quando escrevo, quando envio um e-mail, quando tento ensinar, tento passar conhecimentos para que cada um os use da melhor maneira possível. Para que estamos aqui? Para absorvermos as coisas, morrermos e levarmos conosco? Que prazer eu tenho em ser escriba, Carlos Drumond, etc. Pena que hoje a maioria não tem tempo para ler. Claro que recebemos inúmeros e-mails com besteira, com inutilidades, mas nem nos damos ao trabalho de pinçarmos aquilo que pode nos tornar melhores. Preferimos nos afundar no apaga incêndios do dia a dia e não aprendemos a planejar, a pensar, a absorver informações e a torná-las novos conhecimentos. Não teremos nunca mais tempo de sentar em baixo de uma árvore, nos cair uma fruta na cabeça e tentarmos entender porque as coisas caiem. Deus nos deu a inteligência e a usamos para correr como loucos e não pararmos nem que seja uma hora por dia para usar essa inteligência. Precisamos entregar aquela apresentação, aquele relatório, correr para aquela reunião, atender aquele telefone...e não pensamos mais. E novos conhecimentos não aflorarão mais...apenas copiaremos o que já foi inventado. Por isso gosto de ler e em diversos campos, preciso me alimentar de novos conhecimentos.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Learning with an example
Some days ago I saw a high level manager open your mind and show he isn't this devil who someone use to say. He's a Manager with responsabilitie and need to make the company give resultes. I was industrial manager and I know how is strong our necessity to put all colaborates in the organization way. Because his experience, because his authorotie he need to be a leader and get from his team the best of which one. I would like to have had the possibilitie to show him my presentation but I have still problem to understand his english. I'm improving my english and I could change knowledge with him soon.
Congratulations for your leader skill. I'm learning with you. I have big experience but we are learning all the time.
Congratulations for your leader skill. I'm learning with you. I have big experience but we are learning all the time.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Poesia
Busca da verdadeira vida
Paz, harmonia
Poder olhar para dentro de mim
Ter tempo de sentir a vida
Não ter desta vida atual sua agonia
Não correr num caminho sem fim
Nem ter tempo de curtir a conquista conseguida.
Nem mais olho a natureza ao meu lado pulsando
Vivo absorvido pelos problemas
Meu pensamento sempre tomado, sem relaxamento
Como faz falta parar, apenas o silêncio eu escutando
Sem preocupações, sem dilemas
Apenas a vida como meu testamento.
Poder estar ao lado de quem amamos
Olhar e escutar o pulsar da natureza
A ela pertencer
Hoje só pelo dinheiro, pela sobrevivência clamamos
Nem sentimos mais do espiritual a sutileza
Que nos guia para um melhor viver.
Quero poder parar e olhar o mar
Deixar de ser robô, voltar a ser um ser vivo
Compartilhar a vida do planeta, vivo, também me sentir
Mas o mundo atual não me deixa opção de voltar
A ser pela vida cativo
Cabe continuar a esse sonho perseguir.
Um dia deitar na praia, na areia
Ficar parado, só o barulho do mar escutando
Viver apenas escutando a natureza e o meu interior
Longe da vida que hoje me cerceia
Pela simples vida amando
Sem ser, como hoje, da sobrevivência eterno perseguidor.
Paz, harmonia
Poder olhar para dentro de mim
Ter tempo de sentir a vida
Não ter desta vida atual sua agonia
Não correr num caminho sem fim
Nem ter tempo de curtir a conquista conseguida.
Nem mais olho a natureza ao meu lado pulsando
Vivo absorvido pelos problemas
Meu pensamento sempre tomado, sem relaxamento
Como faz falta parar, apenas o silêncio eu escutando
Sem preocupações, sem dilemas
Apenas a vida como meu testamento.
Poder estar ao lado de quem amamos
Olhar e escutar o pulsar da natureza
A ela pertencer
Hoje só pelo dinheiro, pela sobrevivência clamamos
Nem sentimos mais do espiritual a sutileza
Que nos guia para um melhor viver.
Quero poder parar e olhar o mar
Deixar de ser robô, voltar a ser um ser vivo
Compartilhar a vida do planeta, vivo, também me sentir
Mas o mundo atual não me deixa opção de voltar
A ser pela vida cativo
Cabe continuar a esse sonho perseguir.
Um dia deitar na praia, na areia
Ficar parado, só o barulho do mar escutando
Viver apenas escutando a natureza e o meu interior
Longe da vida que hoje me cerceia
Pela simples vida amando
Sem ser, como hoje, da sobrevivência eterno perseguidor.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Premiação
Premiação
Hoje todos trabalhamos com objetivos, os quais determinam metas a serem cumpridas. Esses objetivos começam pela alta direção, passam pela gerência, supervisão, etc., numa cascata. Servem para guiar os processos no mesmo caminho dos objetivos da organização.
ORGANIZAÇÃO (Alta Direção)

Desmembramento dos objetivos p/ a organização
Até aqui é normal, na maioria das empresas, todos serem cobrados pelo atingimento das metas dos seus objetivos, isto visualizado pelos indicadores de desempenho. Assim a organização percebe a eficácia do seu sistema e se todos estão no mesmo foco, indo para a mesma direção. Para que as metas sejam atendidas é que começam as diferenças entre as organizações. Algumas simplesmente cobram as metas já que, segundo elas, não é mais do que obrigação as metas serem atingidas. Outras oferecem prêmios ou dividem os lucros dependendo do quanto as metas foram atingidas. Qual está correto? Até que níveis da organização esses prêmios devem se estender? Quais os riscos? O colaborador vai só fazer pensando no prêmio e sem pensar no foco no cliente e na sustentabilidade da empresa? Algum vai questionar que está executando as tarefas para o outro lucrar, ganhar o prêmio enquanto ele só sua a camisa? Não podemos responder estas perguntas, pois percebemos isto tudo acontecer dependendo do ambiente da organização e da eficácia da comunicação dentro dos seus processos. Quando um gestor passa à sua equipe que existe uma meta na qual ele está sendo cobrado, precisa mostrar que prêmio é consequência e não o objetivo. Ele pode até ganhar o prêmio, contudo se não for resultado de um trabalho em equipe a organização será prejudicada. Por isso, independente do tipo de prêmio de cada um e, de cada nível que vai ou não receber prêmio, o foco deve ser a organização. Independente de prêmio ou não, se não forem alcançadas as metas, significa que os objetivos não foram atendidos e alguém como os clientes, os acionista, etc. (“Stakeholders”) não estarão satisfeitos. Isto compromete a organização e consequentemente a todos que dependem dela. Mudemos o foco de premiação para os resultados. Premiação será consequência e não objetivo.
Hoje todos trabalhamos com objetivos, os quais determinam metas a serem cumpridas. Esses objetivos começam pela alta direção, passam pela gerência, supervisão, etc., numa cascata. Servem para guiar os processos no mesmo caminho dos objetivos da organização.
ORGANIZAÇÃO (Alta Direção)

Desmembramento dos objetivos p/ a organização
Até aqui é normal, na maioria das empresas, todos serem cobrados pelo atingimento das metas dos seus objetivos, isto visualizado pelos indicadores de desempenho. Assim a organização percebe a eficácia do seu sistema e se todos estão no mesmo foco, indo para a mesma direção. Para que as metas sejam atendidas é que começam as diferenças entre as organizações. Algumas simplesmente cobram as metas já que, segundo elas, não é mais do que obrigação as metas serem atingidas. Outras oferecem prêmios ou dividem os lucros dependendo do quanto as metas foram atingidas. Qual está correto? Até que níveis da organização esses prêmios devem se estender? Quais os riscos? O colaborador vai só fazer pensando no prêmio e sem pensar no foco no cliente e na sustentabilidade da empresa? Algum vai questionar que está executando as tarefas para o outro lucrar, ganhar o prêmio enquanto ele só sua a camisa? Não podemos responder estas perguntas, pois percebemos isto tudo acontecer dependendo do ambiente da organização e da eficácia da comunicação dentro dos seus processos. Quando um gestor passa à sua equipe que existe uma meta na qual ele está sendo cobrado, precisa mostrar que prêmio é consequência e não o objetivo. Ele pode até ganhar o prêmio, contudo se não for resultado de um trabalho em equipe a organização será prejudicada. Por isso, independente do tipo de prêmio de cada um e, de cada nível que vai ou não receber prêmio, o foco deve ser a organização. Independente de prêmio ou não, se não forem alcançadas as metas, significa que os objetivos não foram atendidos e alguém como os clientes, os acionista, etc. (“Stakeholders”) não estarão satisfeitos. Isto compromete a organização e consequentemente a todos que dependem dela. Mudemos o foco de premiação para os resultados. Premiação será consequência e não objetivo.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Que vergonha
Hoje escutei no Jornal da Manhã da Jovem Pan que os políticos estão discutindo um plano para melhorar a circulação viária. Ótimo, o problema é que isso envolve a absurda implantação de pedágios nas cidades, na circulação urbana. Todos nós sabemos que a solução para minimizar o trânsito é o reforço, a melhoria do meio de transporte coletivo. Vejam o exemplo do Metrô no qual uma única linha consegue eliminar vários automóveis circulando na rua. Ou seja, os governos não investem, é caro e querem que nós cidadãos paguemos para circular com nossos veículos. É mais fácil cobrar de nós do que gastar e trabalhar pelo transporte coletivo. Pior, não é contra a constituição que nos garante o livre trânsito, que podemos ir de um local ao outro sem impedimentos? Para quem tem dinheiro até pode exercer esse direito e aquele cidadão que tem o seu carrinho usado e o usa para ir trabalhar. Onde está o direito dele? Não seria o correto lhe fornecerem a possibilidade de pegar um ônibus, um Metrô. A ideia deve ser incentivar o uso do transporte coletivo e não coibir o uso do transporte particular. Tomem vergonha senhores políticos e trabalhem pelo transporte coletivo. Façam a vossa parte em vez de querer nos explorar mais ainda, país dos impostos...
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